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3 Musicas Manauara que você precisa ouvir

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 Com suas belezas, encantos e mistérios, Manaus é uma fonte de inspiração para artistas, poetas, escritores e cantores.

a baixo vou te mostrar 3 grandes composições amazonenses, vamos prestigiar um pouco mais dos nossos artistas locais e suas excelentes  obras

1 – Manaus Cidade Grande, Costume De Interior Pequeno – Cabocrioulo

A banda Cabocrioulo é uma das mais conhecidas de Manaus pelo público jovem. O trabalho autoral ressalta com genialidade as vertentes amazônicas que resultam numa musicalidade regional. Na canção ‘Manaus cidade grande com costume de interior pequeno’, por exemplo, o grupo conta como Manaus tem crescido nos últimos anos e como ainda continua pequena ao ponto de todos se encontrarem e se conhecerem. “Acho isso muito peculiar. Se formos ao shopping, vamos encontrar, até sair de lá, pelo menos uma dezena de pessoas. Nessa música dizemos até que em Manaus não dá para trair a namorada por que alguém vai acabar vendo. Isso é coisa de cidade pequena, visto que Manaus não para de crescer”, diz o líder da banda, Milton Jorge.

2 – Palafitas – Os Tucumanus

O disco ‘Regional Experimental’, da banda amazonense Tucumanus, é uma obra-prima assinada por Clóvis e Jabá, Denilson Novo com sua guitarra reggae, Daniel Valentim na marcação precisa do baixo, Luis Pepê com uma bateria perfeita, Ricardo Mota (vulgo Ricardinho) e Carol Queiroz nos backing vocals femininos. O rock setentista misturado com o mangue beat de Chico Science, música folk amazonense, MPB e pitadas de punk rock levou os rapazes ao estrelado na noite manauara. ‘Palafitas’ é dos destaques deste álbum e exibe a problemática do comércio de grilagem em sintonia com a ausência de saneamento básico.

3 – Geisislaine – Nicolas Jr.

O maior sucesso do cantor Nicolas Júnior, que chegou em Manaus em 1998 para fazer um curso de música e nunca mais foi embora. No início dos anos 2000 compôs a canção sem saber que se transformaria em clássico imediatamente. Foi no programa de rádio Zona Franca’, comandado por Joaquim Marinho, que Nicolas a tocou pela primeira vez depois de ouvir de Marinho que seu disco era “muito ruim”. “Quando eu terminei de cantar, vi as três linhas de telefone congestionadas, com as pessoas querendo saber que música era essa e onde tinha pra comprar. Aí o Marinho falou: ‘Eu não te falei? Tá aqui a tua linha de trabalho’. Aí eu abandonei tudo e foquei na linha de trabalho do cotidiano amazonense. Ele me apresentou ao Aldízio Filgueiras, poeta maravilhoso, e foi assim que surgiu um trabalho chamado ‘Divina Comédia Cabocla’.

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