Home Notícias Polícia A delegada da Polícia Federal Amélia Fonseca foi exonerada após tomar medidas para iniciar o processo de extradição do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos

A delegada da Polícia Federal Amélia Fonseca foi exonerada após tomar medidas para iniciar o processo de extradição do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos

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A delegada a Polícia Federal Amélia Fonseca de Oliveira foi exonerada da chefia do DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional) após tomar medidas para iniciar o processo de extradição do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, foragido da Justiça brasileira nos Estados Unidos. O pedido de extradição foi feito em determinação do ministro Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Polícia Federal Amélia Fonseca de Oliveira

O DRCI é vinculado ao Ministério da Justiça e é responsável pela interlocução com autoridades estrangeiras e intermediação de acordos de cooperação internacional. Amélia Fonseca foi nomeada em julho de 2020 para ocupar a vaga deixada por Érika Marena, que havia sido indicada ao cargo pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro.

Por meio de nota, o Ministério da Justiça afirmou que “a mudança é parte de um processo natural de trocas na pasta”. Questionado pelo UOL sobre o andamento do processo de extradição de Allan dos Santos, a pasta preferiu não responder. O caso corre em segredo de Justiça.

Em outubro, a pedido da Polícia Federal, Alexandre de Moraes determinou que o Ministério da Justiça iniciasse o procedimento de extradição de Allan dos Santos. procedimento é intermediado pelo departamento que era comandado pela delegada Amélia Fonseca. Allan foi incluído na difusão vermelha da Interpol, voltada a localizar foragidos no exterior.

“A despeito da manifestação da Procuradoria-Geral da República, contrária à decretação da prisão, o quadro fático que tem se consolidado desde o ano passado permite concluir pela adequação e proporcionalidade da medida extrema de restrição de liberdade, pois as medidas cautelares anteriormente impostas se demonstraram ineficientes para coibir as práticas criminosas”, escreveu Moraes em sua decisão.

Allan dos Santos é investigado no no inquérito das fake news, que corre desde 2019, e o das milícias digitais, aberto em julho para apurar a existência de uma organização criminosa que visa atentar contra a democracia.

blogueiro bolsonarista Allan dos Santos
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