Em nota, Prefeito Arthur tenta tapar o erro do enteado do mesmo jeito que tapa os buracos da cidade

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A confusão iniciada na noite do último domingo (29), na qual foi uma verdadeira história de terror no luxuoso Condomínio Residencial Passaredo, bairro da Ponta Negra, área nobre de Manaus, ainda está longe de acabar. Lá, ocorria uma festa da alta sociedade na casa do Alejandro Molina Valeiko, filho da primeira dama Elizabeth Valeiko e enteado do prefeito de Manaus Artur Neto.

artur neto e valeiko
Artur Neto e Elizabeth Valeiko / Foto : Reprodução Facebook

De acordo com a polícia, a casa onde Flávio Santos (42), engenheiro da AMBEV, estava é da primeira-dama do município, Elizabeth Valeiko, mas quem mora no local, segundo a polícia, é o filho dela, Alejandro Molina Valeiko.

Naquela noite o engenheiro desapareceu após a festa. A família contou que estranhou o desaparecimento de Flávio, porque ele nunca havia se envolvido com confusões e não era de sumir assim.

Infelizmente o pior aconteceu e o corpo do Flávio foi encontrado na tarde desta segunda-feira, 30, em um terreno baldio na estrada do Tarumã, na Zona Oeste de Manaus.

Alguns veículos de comunicação chegaram a noticiar na segunda-feira que o engenheiro teria sido morto por homens armados que teriam invadido a casa de Alejandro Molina Valeiko, filho de Betinha.

Teoria essa reforçada e sustentada pelo prefeito Artur em nota. Aliás, o que mais se destacou na nota do Prefeito Artur foi a tentativa de justificar o vício do enteado e que o engenheiro, ao tom que deu, um traficante que foi cobrado lá dentro da casa do Alejandro.

Confira a nota do Prefeito de Manaus Artur Neto (PSDB)

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