Home Notícias Polícia Jovem morta em Iranduba fez casinha para membro de Facção e depois pagou o preço da vingança. 6 pessoas participaram do seu assassinato

Jovem morta em Iranduba fez casinha para membro de Facção e depois pagou o preço da vingança. 6 pessoas participaram do seu assassinato

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Na madrugada da última sexta-feira (17), uma jovem de 22 anos, identificada como Emily Carvalho, foi exterminada em uma área de mata na Rua Pacu, no bairro Alto na cidade de Iranduba, região metropolitana de Manaus. A jovem foi espancada, torturada, pegou um tiro, e enterrada supostamente viva, tendo sido amarrada e colocada em uma cova rasa.

Duas versões para o desaparecimento e morte da jovem circularam, o primeiro foi que ela por ser usuária de droga, foi até uma boca e sem querer testemunhou um assassinato e chegou a ser interrogada pela polícia, fazendo com que os bandidos pensassem que ela teria ido denunciá-los, e a outra, que ela teria feito casinha na noite anterior. Essa segunda foi a defendida pelo titular da 31ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), Raul Prata.

De acordo com o delegado da 31ª, a vítima foi morta após levar um membro de facção identificado como “Ratão”, para ser assassinado.

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“Ela teria marcado um encontro com um membro de facção, organizada por outra facção, fazendo a casinha. Ela foi sequestrada na noite de ontem e hoje já apareceu morta”, revelou o delegado.

Emilly / Divulgação

Para o Delegado Raul, ela foi morta como vingança por ter feito casinha. “A Emilly teria feito casinha na noite anterior e os amigos de ‘Ratão’ teriam cometido uma vingança”, disse ele.

3 pessoas foram presas ainda na sexta-feira, mas eles já sabem que ao todo, seis pessoas teriam participado da ação. “Recebemos a informação através de denúncias anônimas. Já foram 3 presos, inclusive o autor do disparo. Ao todo, seis pessoas teriam participado do ato criminoso”, finalizou o delegado.

De acordo com a perícia que atendeu a ocorrência o corpo apresenta sinais de disparos por arma de fogo na região do peito com saída pela região das costas, marcas de tortura e mãos amarradas. Inicialmente, foi cogitada a hipótese de que ela teria sido enterrada viva, o que já foi descartado.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e fez a remoção do corpo da vítima. Ela tinha um filho de idade não revelada.

Foram presos três suspeitos de cometer o crime, são eles: Joandeson Pereira da Silva, Lucas Gabriel da Paz e Wesley Lavareda Ferreira.

Traficantes suspeitos de sequestrar e enterrar mulher viva são presos no município de Iranduba, Região Metropolitana de Manaus / Foto : Divulgação

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