Magno afirma que acordou pelado na cama de Alejandro Valeiko

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No depoimento prestado a polícia, Elielton Magno Junior disse que no dia do crime estava “virado” e acordou sem roupas em uma cama e logo depois descobriu que a mesma pertencia a Alejandro Valeiko.

Magno afirmou que na noite do crime acordou pelado numa cama e que enviou mensagem de texto para a mãe dizendo que não sabia onde estava e temia ter sido violentado. Logo depois, Magno descobriu que a cama era de Alejandro Molina Valeiko, 29, enteado do prefeito de Manaus, Artur Neto.

No total, seis investigados, incluindo Magno e Alejandro, cumprem prisão temporária até que se apure de fato a morte do engenheiro Flávio. No depoimento prestado no último dia 7, Magno disse que não recordava de como teria chegado à casa de Alejandro no domingo 29 de setembro.

Foto: Divulgação

Ele contou ainda que, ao acordar, apenas o cozinheiro Vittorio Del Gatto, 67, estava na casa, situada no condomínio Passaredo, bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus. Magno recorda que, depois de sair do quarto de Alejandro, onde amanheceu sem roupa, por volta de 20h, encontrou Vitorio na cozinha e pediu um prato de comida.

Magno foi preso temporariamente no início da tarde do dia 3 de outubro nas dependências da TV A Crítica. Alejandro Molina Valeiko, José Edvandro Júnior, 31, o sargento da Polícia Militar (PM) Elizeu da Paz de Souza, 37, e o agente de portaria Mayc Vinicius Teixeira Parede, 37, também estão presos temporariamente.

O jovem afirmou às autoridades que era heterossexual, mas disse que já manteve relações com homens mediante pagamento. Na sala da residência de Alejandro, no dia 29 de setembro, conforme relatou à delegada Marília Campello Conceição, adjunta da DEHS, o suspeito afirma que sentiu um clima de ciúmes entre Flávio e Alejandro.

Ao ser questionado se acredita que algum dos envolvidos no caso pode ter chamado os homens encapuzados para irem a casa, Magno diz acreditar que sim, uma vez que Flávio, Junior Gordo e ele não poderiam autorizar a entrada de qualquer pessoa no condomínio. Ao final do depoimento, Magno alega que estava no lugar errado e que confia no trabalho da polícia.

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