Home Notícias Brasil Marca de absorventes Always vai doar 200 mil unidades do produto a populações carentes e ribeirinhas, outras marcas também entraram na ação

Marca de absorventes Always vai doar 200 mil unidades do produto a populações carentes e ribeirinhas, outras marcas também entraram na ação

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Foto: Ilustrativa

Depois do veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Projeto de Lei federal que previa a distribuição gratuita de absorventes íntimos a mulheres de baixa renda, a marca Always anunciou que vai doar 200 mil unidades do produto à populações ribeirinhas. Pelo Instagram, a empresa disse estar compromissada com o combate à pobreza menstrual no Brasil.

“Como forma de reforçar ainda mais o compromisso contra à Pobreza Menstrual, Always já doou mais de 3 milhões de absorventes para organizações não governamentais”, diz um trecho da publicação.

“Hoje comunicamos uma nova doação de 200 mil absorventes ao Instituto Educadoras do Brasil, feita em parceria com o Atack Solidário e Dunorte Distribuidora, que serão distribuídos em comunidades vulneráveis e ribeirinhas na região Norte do Brasil”, anuncia o post.

Pelos comentários, diversas artistas aplaudiram a iniciativa. “Muito orgulho de fazer parte desse time!”, escreveu a jornalista Maíra Azevedo, enquanto a apresentadora Sabrina Sato encheu a publicação de corações.

Outras marcas se manifestam

Logo depois que se tornou conhecido, o veto do presidente causou revolta a milhares de mulheres. Em outra publicação no Instagram, a Always logo se manifestou sobre o assunto e citou dados de uma pesquisa sobre pobreza menstrual que foi desenvolvida em parceria com o Instituto Toluma.

“1 em cada 4 meninas já deixou de ir à escola por falta de absorventes. O combate à #pobrezamenstrual e a busca pela dignidade íntima das pessoas que menstruam é um dever de todos. #MeninaAjudaMenina”, disse em um post.

Além da Always, outras marcas de absorventes também se manifestaram sobre o veto. Pelo Instagram, a Sempre Livre reforça que dignidade menstrual é um “direito de todas as pessoas que menstruam”.

Já a Intimus divulgou dados importantes sobre essa realidade invisibilizada no Brasil. “Quem já teve que faltar à aula por estar menstruada sabe a dor de se sentir prejudicada só por ser mulher. Queremos mudar esse jogo. Junte-se a nós!”.

 

 

 

 

 

Fonte: BHAZ

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