A declaração do presidente Lula, comparando os ataques de Israel à Faixa de Gaza ao Holocausto, reverberou globalmente, provocando reações intensas. O primeiro-ministro israelense, Netanyahu, classificou as palavras de Lula como “vergonhosas”, resultando na declaração de Lula como “Persona Non Grata”. Nesse embate, o youtuber Monark expressou apoio a Lula, concordando com a posição de que os eventos em Gaza são alarmantes, e indo na contramão da fanbase dele.

No polêmico tweet, Monark afirmou que, na última controvérsia, Lula não estava equivocado, mas sua audiência não estava preparada para discutir o assunto. A declaração gerou atrito, especialmente entre aqueles que defendem apoiar Israel na contenda. Monark, conhecido por sua franqueza e falta de limites, provocou debates acalorados entre seus seguidores sobre o tema, e ao final, fez como o ET Bilu e pediu para eles “Buscarem Conhecimento”.

Em um segundo tweet, Monark expressou uma visão contundente sobre a situação em Israel, dissociando o povo judeu do governo israelense e destacando a importância da Torá como representação legítima.
Ele condenou as ações do governo israelense em Gaza, afirmando que ultrapassaram os limites da proporcionalidade.
Monark alertou para a grave crise humanitária em curso, descrevendo-a como de proporções apocalípticas, com milhões de pessoas enfrentando fome, desabrigo e falta de água, enquanto são alvo de bombardeios indiscriminados.
Sua posição ressalta a preocupação com as consequências devastadoras para os inocentes, caso a abordagem atual persista.
“Na minha visão, Israel não representa os judeus de forma alguma; quem representa é a Torá. O Governo de Israel passou do limite da proporcionalidade. Está havendo uma destruição completa de Gaza, não só do Hamas. Existem milhões de pessoas passando fome, desabrigadas e sem água e ainda por cima sendo bombardeadas. Isso é uma crise humanitária de proporções apocalípticas. Se continuar indo nessa direção, milhões de inocentes morrerão em vão.”, declarou Monark.









