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Manaus, AM, domingo, 14 de agosto de 2022

Polícia

“Se quisessem meu marido vivo, eles o teriam vivo”, disse mulher do Lázaro , 19, em entrevista ao Cabrini

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Em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, durante o “Balanço Geral”, nesta segunda-feira (28), a esposa de 19 anos de Lázaro Barbosa Sousa, o “serial killer do DF” morto em confronto com a força-tarefa que o tentava capturar há 20 dias aos 32 anos, e uma tia, afirmaram que o prender nunca foi a intenção das forças de segurança.

“Um choque. Arrasada. Não precisava desse desfecho. Desde o início tenho me disponibilizado para ir à mata. Eu tenho certeza de que se eu tivesse ido, ele ia se entregar. Eles foram para matar, não para [fazer com que ele fosse] se entregar. Se quisessem ele vivo, teriam ele vivo. Se tivéssemos ido, tínhamos convencido. Não precisava disso tudo”, desabafou a jovem, que é mãe da filha do criminoso, que tem dois anos.

“Se quisessem meu marido vivo, eles o teriam vivo”, disse mulher do Lázaro em entrevista ao Cabrini

“Concordo que ele estava disposto a não se entregar, e fosse possível trocar tiros, o que eu não concordo é tantos tiros, para que metralhar daquele jeito. Vi ele depois, vi nas fotos. Ele não tem canto no corpo dele para não ter um tiro”, completou Amélia, tia de Lázaro.

Elen foi quem reconheceu o corpo do marido, que foi baleado, ao menos, 38 vezes. “A cabeça dele estava muito inchada. Conseguiram o que queriam: matar ele. Agora é seguir em frente, criar a minha filha, passar a imagem do pai dele que ela sempre teve. Amoroso, ótimo pai. Lázaro está morto, nunca me bateu, era um amor de pessoa. Um bom marido e um bom pai”, defende a esposa.

Cobertas por uma manta, sem aparecerem nas câmeras do programa de televisão, as mulheres foram questionadas sobre a apreensão em relação ao futuro.

“Essas pessoas não importam. Elas julgam muito. Peço a Deus que nos dê força, desde o início dessa tragédia, com as vítimas, só temos que pedir a Deus força. Pelo nosso menino [Lázaro] ter partido da pior forma. Não acreditamos que tinha gente o ajudando. Ele não tinha amizade do nosso conhecimento. Não estou à disposição da polícia. Me deixem em paz”, concluiu a mulher.

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Sou o idealizador do No Amazonas é Assim e um apaixonado pela nossa terra. Atualmente, participo de diversas ações e discussões na área de cultura, comunicação digital, turismo e empreendedorismo, além de ações sociais.

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