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Manaus, AM, sábado, 25 de maio de 2024

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Vereadora Petista denuncia ato nazista e acaba cassada pelos demais vereadores por 10 a 0!

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Ato de apoio a Bolsonaro e contra a vitória de Lula em São Miguel do Oeste (SC): gesto foi interpretado por vereadora como saudação nazista ./Reprodução Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/vereadora-que-apontou-gesto-nazista-em-ato-e-cassada-em-santa-catarina/

Uma vereadora do Partido dos Trabalhadores – PT, denunciou da Tribuna da Câmara de Vereadores atos nazistas praticados por moradores e apoiadores do ex-presidente Bolsonaro e acabou sendo massacrada e punida com a perda do seu mandato. Após nove horas de sessão, os vereadores de São Miguel do Oeste (SC) cassaram o mandato de Maria Tereza Capra (PT) por suposta quebra de decoro parlamentar. A votação ocorreu na madrugada deste sábado (4).

Dos 11 votos, foram 10 votos a favor da cassação e apenas um contra, o da própria vereadora , no relatório da Comissão de Inquérito que havia dado parecer pela cassação após Capra ter publicado um vídeo em suas redes sociais com a denúncia de uma manifestação de vários participantes com suposto gesto nazista em frente à base do Exército na cidade, em 2 de novembro de 2022.

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Segundo a alegação da acusação, a parlamentar teria propagado notícias falsas e atribuído aos cidadãos de São Miguel do Oeste o crime de saudar o nazismo e de ser berço de uma célula neonazista.

Ato de apoio a Bolsonaro e contra a vitória de Lula em São Miguel do Oeste (SC): gesto foi interpretado por vereadora como saudação nazista ./Reprodução

Ato de apoio a Bolsonaro e contra a vitória de Lula em São Miguel do Oeste (SC): gesto foi interpretado por vereadora como saudação nazista ./Reprodução

A única outra mulher do legislativo do município catarinense, Cristiane Zanatta (PSDB), se ausentou da sessão.

Durante a fala da defesa, que ocorreu após as 23h de sexta-feira, 3, a vereadora falou sobre as ameaças recebidas desde novembro, com destaque para suas redes sociais, e criticou a moção de repúdio feita pelos vereadores no dia seguinte às supostas manifestações nazistas.

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“É no parlamento onde é possível equilibrar as forças de representatividade da mulher. Aqui estão 11 homens, uma mulher ausente e uma vereadora que vai ser cassada”, disse Capra durante sua fala no plenário da Câmara.

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A vereadora Maria Tereza Capra (PT) faz a sua defesa durante votação a cassação do seu mandato na Câmara de São Miguel do Oeste (SC) Câmara Municipal de São Miguel do Oeste/Divulgação

A vereadora Maria Tereza Capra (PT) faz a sua defesa durante votação a cassação do seu mandato na Câmara de São Miguel do Oeste (SC) Câmara Municipal de São Miguel do Oeste/Divulgação

Segundo o advogado de defesa, Sérgio Graziano, o processo é de perseguição política. “Não há qualquer fato jurídico, político ou social que justifique a cassação. Em 31 anos do exercício da advocacia nunca vi tamanha injustiça”, afirmou.

Ele lembrou ainda que não é comum que as pessoas ergam os braços durante a execução do Hino Nacional e que nem mesmo os membros das Forças Armadas têm esse ritual.

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Ainda nas alegações finais, a defesa de Capra apontou para possível parcialidade do então presidente da Câmara, Vanirto Conrad (PDT), e de dois dos três membros da Comissão de Inquérito, Ravier Centenaro (PSD) e Carlos Agostini (MDB).

Foram mencionadas também supostas falhas e vícios do processo, como a incongruência das denúncias populares, em que as peças acusatórias não descrevem a quebra de decoro.

A defesa também alegou que a Comissão de Inquérito Parlamentar teria decidido de forma arbitrária e contraditória, concluindo que não haveria comprovação de quebra de decoro parlamentar e que, em caso de aceitação do mérito, deveria ser dada outra penalidade para a vereadora que não a cassação.

A sessão extraordinária terminou depois das 3h da madrugada deste sábado, 4, e teve grande presença de público, inclusive do deputado federal Pedro Uczai (PT) e da deputada estadual Luciane Carminatti (PT).

A vereadora, que será substituída por outro parlamentar do PT, ainda pode recorrer à Justiça contra a decisão.

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Sou o idealizador do No Amazonas é Assim e um apaixonado pela nossa terra. Gravo vídeos sobre cultura, comunicação digital, turismo e empreendedorismo além de políticas públicas.

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