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Manaus, AM, sábado, 26 de novembro de 2022

Polícia

Vídeo mostra inicio que água toma conta de Expresso antes de naufragar no Pará

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Um vídeo mostra momentos antes da embarcação Dona Lourdes afundar na região de ilhas de Belém. A lancha havia saído com superlotação de um porto, sem fiscalização, no município de Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó, com destino ao estado do Pará.

De acordo com informações passadas na coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (8), pelo Governo do Pará, a embarcação transportava 82 pessoas e 63 delas foram resgatadas ou conseguiram se salvar. O Governo informou que 11 pessoas morreram e 8 estão desaparecidas.

No vídeo, é possível ver a água atingindo o motor da embarcação, que ficou à deriva por volta das 9h30 na Baía de Marajó, rio que banha a ilha de Cotijuba, distrito de Belém, onde moradores avistaram a lancha afundando em frente à Praia do Amor.

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A embarcação carregada de passageiros afundou na região conhecida como Ponta do Maraú, entre as ilhas de Cotijuba e Mosqueiro, e não possuía autorização para transporte intermunicipal de passageiros, saindo de porto clandestino, segundo a Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Estado do Pará (Arcon-Pa). A Secretaria de Segurança Pública (Segup) e a Marinha confirmaram 14 mortes. Havia 70 pessoas no barco e 30 delas foram resgatadas ou conseguiram se salvar, segundo a Segup.

Os bombeiros procuram por 26 desaparecidos com apoio de mergulhadores. Ao menos nove embarcações e um helicóptero também são usados nas buscas. Às 13h30, a Perícia Cientifica do Pará ainda não havia sido acionada.

“A Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Estado do Pará (Arcon-Pa) informa que já havia notificado a empresa responsável pela embarcação e comunicou a Capitania dos Portos sobre a irregularidade do transporte aquaviário que estava sendo realizado. A embarcação não possui autorização para realizar transporte intermunicipal aquaviário de passageiros junto ao órgão estadual e realizou a viagem partindo de um porto clandestino na localidade de Camará, Marajó”, informou a agência em nota.

Em nota, a Marinha informou que “equipes de Inspetores Navais da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) e do Aviso Hidroceanográfico Fluvial “Rio Xingu” estão realizando buscas no local”.

“Até o momento, há confirmação de 14 óbitos. A CPAOR irá instaurar Inquérito Administrativo para apurar as possíveis causas e responsáveis pelo ocorrido. A Marinha lamenta o ocorrido e informa que continua com as buscas no local”, informou a Capitania dos Portos em nota.

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Vídeos que circulam em redes sociais, registrados por um passageiro mostram quando a água começa a entrar no barco. A Marinha vai investigar o naufrágio.

 

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