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Roberto Cidade promete ampliar uso de tecnologia nas escolas e criar 7,8 mil vagas em concursos no Amazonas

O candidato Roberto Cidade (44) apresenta, no plano Amazonas 2035, propostas voltadas à modernização da educação e à preparação de estudantes para um mercado de trabalho cada vez mais ligado à tecnologia. Entre as medidas previstas estão investimentos em conectividade, laboratórios, inteligência artificial, robótica e programação, além da ampliação da presença da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) no interior.

O plano também prevê programas de intercâmbio, novos cursos de formação profissional e a construção de um hospital universitário. Na área do serviço público, a proposta inclui a realização de concursos para reforçar os quadros da Educação e de outras áreas consideradas essenciais.

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Roberto Cidade promete ampliar uso de tecnologia nas escolas e criar 7,8 mil vagas em concursos no Amazonas

Escola do Futuro aposta em tecnologia

Uma das principais propostas para a educação básica é a criação da chamada Escola do Futuro. A iniciativa prevê ampliar o acesso dos estudantes a tecnologias como inteligência artificial, robótica e programação.

O plano também inclui investimentos em conectividade, laboratórios e educação financeira, além da ampliação do ensino de idiomas, com prioridade para o inglês.

Outra frente prevista é o incentivo à prática esportiva nas escolas. De acordo com a proposta, a medida busca estimular hábitos saudáveis e contribuir para o desenvolvimento de habilidades como concentração, disciplina, coordenação motora, determinação e trabalho em equipe.

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UEA com maior presença no interior

O plano Amazonas 2035 também propõe ampliar a atuação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) nos municípios do interior. A proposta prevê a criação de novos polos, além da oferta de cursos presenciais e híbridos, laboratórios e ações de pesquisa e extensão.

A ideia é direcionar parte das formações às características e às atividades econômicas de cada região, aproximando a universidade das demandas locais.

Entre as propostas está ainda a construção de um hospital universitário. Segundo o plano, a unidade deverá integrar ensino, pesquisa, inovação e atendimento à população, além de ampliar a estrutura para a formação de estudantes da área da saúde.

Intercâmbio e novas áreas de formação

Roberto Cidade também propõe ampliar programas de intercâmbio para estudantes, pesquisadores e jovens talentos do Amazonas. A intenção é aumentar o acesso a universidades e centros de pesquisa de outras partes do Brasil e do exterior.

Na formação profissional, o plano lista áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento econômico e tecnológico, como inteligência artificial, programação, robótica, indústria 4.0, energia, logística, turismo, saúde, bioeconomia e economia criativa.

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A proposta é aproximar a qualificação oferecida pelo Estado das transformações do mercado de trabalho e, com isso, ampliar as possibilidades de inserção profissional dos estudantes.

Concursos públicos

O plano de Roberto Cidade também prevê a realização de concursos públicos para ampliar o número de servidores efetivos no Estado.

Na área da Educação, a proposta citada pelo candidato prevê 7.862 vagas para professores, pedagogos e profissionais de apoio. Segundo o plano, o concurso foi autorizado pelo Governo do Amazonas e deverá contemplar tanto a capital quanto municípios do interior.

Entre os cargos previstos estão assistentes técnicos, merendeiros, psicólogos, assistentes sociais, bibliotecários, engenheiros e nutricionistas, além de vagas destinadas à educação indígena.

Do total anunciado, 2.648 vagas seriam destinadas à capital e 5.214 ao interior.

Valorização dos servidores

A proposta de ampliar os concursos públicos está associada, segundo Roberto Cidade, à valorização dos servidores e ao fortalecimento da rede pública estadual. O objetivo apresentado é aumentar a quantidade de profissionais efetivos e diminuir gradualmente a dependência de contratos temporários.

Além da Educação, o plano Amazonas 2035 prevê concursos para setores como Saúde, Segurança Pública e UEA. A recomposição dos quadros, conforme a proposta, deverá ocorrer de forma gradual e de acordo com a disponibilidade orçamentária.

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