Brasil
Autópsia de Juliana Marins revela novos detalhes sobre tragédia em vulcão na Indonésia
Publicitária brasileira teve múltiplas fraturas e hemorragia interna; morte ocorreu poucos minutos após a queda, segundo laudo
A autópsia realizada no corpo da publicitária brasileira Juliana Marins, de 36 anos, confirmou que a causa da morte foi um trauma contundente com hemorragia interna, provocado por uma queda durante uma trilha no vulcão Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia. O laudo foi divulgado na última sexta-feira (27).
De acordo com o documento, Juliana sofreu fraturas em várias partes do corpo, incluindo tórax, costas, ombros, coluna e coxa. O corpo também apresentava escoriações e arranhões, compatíveis com o impacto da queda em uma área de difícil acesso.
Em coletiva de imprensa, o especialista forense Ida Bagus Alit informou que os ferimentos causaram danos severos aos órgãos internos, especialmente na região torácica, o que levou à morte em pouco tempo.
“As fraturas causaram lesões internas e sangramentos significativos. A principal causa da morte foram os ferimentos na caixa torácica e nas costas”, explicou o perito.
Morte rápida após o acidente
O laudo aponta que Juliana morreu cerca de 20 minutos após a queda. Segundo o especialista, não foram encontrados sinais que indicariam que ela sobreviveu por um período prolongado, como retração em órgãos causada por hemorragias lentas.
Também não foram identificados sinais de hipotermia, o que reforça a hipótese de que o óbito ocorreu logo após o acidente. O corpo foi transportado até um hospital local em um freezer, o que dificultou uma estimativa precisa do horário da morte.
Juliana Marins era natural de Niterói (RJ) e estava na Indonésia a turismo. A morte comoveu familiares, amigos e seguidores, que acompanhavam nas redes sociais suas postagens sobre a viagem.

Foto – Reprodução/ Redes sociais








