Brasil
Auxílio Emergencial recebido indevidamente terá que ser devolvido por mais de 2,6 mil no Amazonas
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) começou a cobrar de volta valores do Auxílio Emergencial pagos de forma indevida durante a pandemia da Covid-19 — e 2.640 famílias do Amazonas estão na lista.
? O valor total a ser devolvido no estado chega a R$ 6,7 milhões.
A ação faz parte de um programa nacional de ressarcimento que mira 177,4 mil famílias em todo o Brasil, com cobranças que somam R$ 478,8 milhões.
? Quem precisa devolver?
Segundo o MDS, foram identificados beneficiários que receberam o auxílio mesmo sem preencher os critérios exigidos na época, como:
Ter carteira assinada ou vínculo formal de trabalho;
Receber aposentadoria ou pensão;
Ter renda familiar acima do limite permitido;
Ou outras situações que caracterizam pagamento indevido.
As notificações estão sendo enviadas por SMS, WhatsApp, e-mail ou pelo aplicativo Notifica, priorizando quem recebeu mais ou tem maior capacidade de pagar.
✅ Quem está isento da cobrança?
A devolução não é exigida para famílias consideradas vulneráveis. Ficam fora da lista:
✔️ Beneficiários do Bolsa Família
✔️ Pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico)
✔️ Quem recebeu menos de R$ 1,8 mil no total
✔️ Famílias com renda per capita de até dois salários mínimos
✔️ Ou renda familiar total de até três salários mínimos
? Como fazer a devolução?
O pagamento deve ser feito pelo sistema Vejae, via PagTesouro, com opções de:
PIX
Cartão de crédito
Boleto bancário (GRU)
O prazo padrão é de 60 dias após a notificação, com possibilidade de parcelamento em até 60 vezes, sem juros e sem multa, com parcela mínima de R$ 50.
Quem discordar da cobrança pode apresentar recurso diretamente no sistema.
❌ E se não pagar?
Quem ignorar a notificação pode:
Ser inscrito na Dívida Ativa da União
Entrar no Cadin (Cadastro de Inadimplentes do Governo)
Ter o nome negativado nos órgãos de proteção ao crédito
? Fui notificado. O que fazer?
➡️ Acesse o site ou app do Vejae / PagTesouro
➡️ Consulte seu CPF
➡️ Veja se a cobrança procede
➡️ Escolha entre pagar ou contestar

Imagem: Divulgação








