Polícia
Chacina Familiar em Manaus: O Horror do Caso Tunai
O caso de Tunai Pereira de Oliveira, ocorrido em 18 de maio de 2007, é um dos mais aterradores na história criminal de Manaus. Tunai, ex-vigilante e ex-policial do Exército, desencadeou uma chacina familiar no bairro São José III, matando a mãe, o cunhado, o sobrinho e ferindo outras três pessoas, incluindo vizinhos. O crime chocou a cidade e gerou pânico, especialmente pela brutalidade e pela aparente motivação pessoal e premeditada.
O motivo do massacre seria um conjunto de brigas familiares, com Tunai insatisfeito com sua situação pessoal, sua relação com a família e até mesmo seu nome, que ele considerava amaldiçoado. A polícia se mobilizou em uma operação intensa, que durou toda a noite, até que Tunai foi encontrado por volta das 4h da madrugada.
Durante a captura, Tunai fez um refém, mas acabou sendo morto em confronto com a polícia. Durante seu laudo no IML foi descoberto que ele morrera com 102 perfurações em seu corpo.
A reação da população foi dividida: enquanto alguns apoiavam a ação policial, outros questionaram a brutalidade contra um criminoso já sem vida. O caso entrou em debates sobre a atuação da polícia e sobre as questões de justiça, principalmente após a descoberta de uma carta que Tunai deixou, revelando seus sentimentos de rejeição e vingança.








