Brasil
Empresária morre durante cirurgia plástica em hospital da Zona Leste de SP
Natália Thomazella, de 40 anos, influenciadora e referência no empreendedorismo feminino, sofreu parada cardiorrespiratória durante o procedimento. Caso é investigado.

Foto – Reprodução
Uma cirurgia plástica que prometia transformar a autoestima de uma mulher terminou em tragédia na Zona Leste de São Paulo. A empresária e influenciadora Natália Cavanellas Thomazella, de 40 anos, morreu na tarde da última segunda-feira (7) enquanto passava por três procedimentos estéticos no Hospital San Gennaro, no bairro da Mooca.
Com mais de 100 mil seguidores nas redes sociais e homenageada por seu trabalho no empreendedorismo feminino, Natália era fundadora da agência Nc Hub360 e deixa uma filha. Ela havia sido reconhecida neste ano pela Câmara Municipal de São Paulo como uma das 100 empreendedoras de destaque da cidade.
Segundo o boletim de ocorrência, Natália sofreu uma parada cardiorrespiratória durante a aplicação de injeção nos glúteos, já no final da cirurgia, que incluía lipoaspiração, preenchimento glúteo e ajustes em próteses mamárias previamente implantadas.
A equipe médica tentou reanimá-la, e ela chegou a responder brevemente, mas não resistiu. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e a causa da morte será confirmada por laudo. A suspeita inicial é de embolia gordurosa, uma complicação grave e rara, segundo o cirurgião responsável.
“A paciente evoluiu com uma complicação grave, compatível com embolia pulmonar, evento raro”, informou em nota a defesa do cirurgião plástico Edgar Lopez, que também afirmou estar prestando assistência à família.
A irmã de Natália, que a acompanhava, declarou à polícia que a empresária estava saudável, sem doenças preexistentes, e que todos os exames pré-operatórios haviam sido aprovados pelas equipes médicas. Há cerca de dois anos, ela havia feito uma cirurgia para colocação de implantes mamários, sem qualquer intercorrência.
O caso foi registrado como morte suspeita no 42º Distrito Policial da capital, e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) já abriu uma investigação para apurar possíveis responsabilidades.








