Polícia
Mulher em carrão de luxo, seduzia os homens, furtava dinheiro, joias e “pegava o beco”
Uma mulher, identificada como Jenny Stephanie Mariano Arante, de 30 anos, foi presa pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) após aplicar uma sequência de golpes dignos de filme. De acordo com o 23º Distrito Integrado de Polícia (DIP), ela alugava carros de luxo, circulava pelas ruas da capital amazonense e abordava homens desconhecidos em via pública, sempre com um plano muito bem articulado ela usava toda as técnicas para seduzir, ganhar confiança e em seguida furtar tudo que pudesse dos homens iludidos.
Segundo o delegado Rafael Allemand, Jenny parava o carro em frente às residências das vítimas e iniciava uma conversa, e cheia de lábia passava confiança para os boys. Em muitos casos, os homens aceitavam entrar no carro e acabavam praticando atos sexuais com ela dentro do veículo.
Só depois que desciam é que percebiam que dinheiro, cordões e outros objetos pessoais haviam sumido.
E não era caso isolado não! A mulher já tinha mais de DEZ boletins de ocorrência registrados pela mesma prática criminosa.
Vítima reconheceu o carro na rua e deu o alerta

Imagem: Reprodução
A prisão aconteceu na quarta-feira (15/10), quando uma das vítimas reconheceu o veículo usado no crime enquanto caminhava pelo bairro Parque 10, zona centro-sul de Manaus. Ele havia perdido R$ 2 mil em espécie e um cordão de alto valor dias antes.
Imediatamente, procurou a delegacia e informou a polícia, que iniciou diligências com apoio do Sistema Paredão, da Secretaria de Segurança Pública.
Iranduba
O sistema identificou que o carro de luxo conduzido por Jenny trafegava pela Ponte Rio Negro (Ponte Jornalista Phelippe Daou), em direção ao Cacau Pirêra, em Iranduba. Com apoio da polícia local, o veículo foi abordado. No interior estavam:
Cerca de R$ 400 em dinheiro;
Outros objetos pessoais das vítimas;
E parte das joias furtadas, que já estavam em posse de terceiros — mas foram recuperadas.
Prisão preventiva decretada
Jenny foi presa em flagrante e a Justiça converteu a detenção para prisão preventiva. Ela vai responder por furto qualificado mediante fraude — crime com pena prevista de 2 a 8 anos de prisão.
A polícia acredita que existam outras vítimas e orienta que quem passou por situação semelhante procure o 23º DIP para registrar ocorrência.








