Polícia
Polícia confirma que menino de 3 anos foi asfixiado até a morte pelo próprio pai em Manaus
A Polícia Civil do Amazonas confirmou, nesta semana, que um menino de apenas três anos foi asfixiado até a morte pelo próprio pai em Manaus. O crime, classificado pelas autoridades como de extrema brutalidade, ocorreu dentro de uma residência no bairro Cidade de Deus, na zona norte da capital amazonense.
As informações foram divulgadas durante uma coletiva de imprensa realizada no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no bairro Petrópolis, que reuniu representantes das forças de segurança do Estado.
O principal suspeito é Fernando Batista de Melo, pai da criança. Ele está foragido desde a noite do crime, e a polícia realiza uma força-tarefa para localizá-lo.
Delegado relata cena chocante e confirma causa da morte
Durante a coletiva, o delegado Guilherme Torres, adjunto da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Amazonas, descreveu a cena encontrada no local e confirmou que a criança morreu por asfixia.
“A criança foi asfixiada até a morte pelo próprio pai. Havia muito sangue dentro do banheiro. É uma imagem que vai ficar gravada na minha memória para sempre”, afirmou o delegado.

Foto – Divulgação
Segundo a Polícia Civil, a violência empregada evidencia um grau elevado de crueldade, o que levou as autoridades a tratarem o caso como prioridade máxima.
Buscas intensificadas e pedido de ajuda à população
As forças de segurança informaram que as buscas pelo suspeito seguem intensificadas, tanto em Manaus quanto em possíveis rotas de fuga para o interior do estado. Equipes da Polícia Civil atuam de forma integrada para tentar localizar Fernando Batista de Melo o quanto antes.
A polícia reforça o pedido de apoio da população. Qualquer informação pode ser crucial para a prisão do suspeito.
As denúncias podem ser feitas de forma anônima, pelos canais oficiais da segurança pública, com garantia total de sigilo. A orientação é clara: não tentar abordar o suspeito.
Caso gera comoção e reacende alerta sobre violência infantil
O crime causou forte comoção social e reacendeu o debate sobre violência doméstica, especialmente quando ocorre dentro do próprio ambiente familiar, espaço que deveria ser de proteção.
A investigação segue sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, enquanto a polícia mantém as buscas pelo suspeito.








