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Após morte de Henry, Jairinho foi pra festa de aniversário

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De acordo com as informações do UOL, Ana Carolina Ferreira Netto, ex-mulher do Dr. Jairinho, disse ter ido à uma festa de aniversário com os filhos e encontrou Jairinho e os parentes em um “clima pesado”. A ex-mulher ainda afirmou que antes de ir para a festa de aniversário da irmã, Jairinho ficou a maior parte do tempo conversando com o pai.

Ana Carolina ainda disse ter questionado Jairinho sobre a perda de Henry. “Ele respondeu que Monique o teria encontrado passando mal, razão pela qual o levaram ao hospital correndo, mas [Jairinho disse] que não sabia o que havia ocorrido”. A ex-mulher também contou que foi informada sobre a morte de Henry pelo motorista de Jairinho, que foi ao consultório para buscar umas contas dos filhos dela com o Jairinho.

Monique e Dr. Jairinho foram presos por atrapalhar as investigações e por tentar combinar . Os polícias ainda afirmaram que o padrasto já tinha histórico de violência contra o menino e que antes do fim de semana da morte, ele já agredia o menino com chutes, rasteiras e golpes na cabeça — a mãe já sabia das agressões, ainda de acordo com a polícia. Dr. Jairinho teria praticado pelo menos uma sessão de tortura contra o enteado em fevereiro.

Advogados de Dr. Jairinho e mãe de Henry pedem liberdade do casal

A defesa de Dr. Jairinho e Monique Medeiros — presos no dia 8 de abril, pelos investigadores da morte de Henry Borel, de quatro anos anos — entrou com um pedido de habeas corpus para libertar o casal nesta última sexta-feira, 9 de abril.

De acordo com o G1, O pedido foi feito para o presidente do Tribunal de Justiça do RJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, pelo advogado do casal, André França Barreto. O argumento usado no documento é de que os clientes ‘se encontram submetidos a manifesto constrangimento ilegal’ e, por isso, não teria a necessidade de mantê-los presos.

A defesa afirma também ter sido ‘surpreendida’ ao pedir uma cópia do mandado de prisão. “Os serventuários (…) informaram que os autos da medida cautelar, que tramitam no meio físico, não se encontravam no cartório”, afirmou os advogados, que ainda acrescentaram que até então não tiveram acesso aos autos.

Outro ponto em que a defesa afirmou ter ‘ilegalidade’ cometida pela Justiça, foi a obtenção ilegal de provas. No cumprimento dos mandados de busca no dia 26 de março, ‘os agentes conduzem o material apreendido em mãos, sem o devido acondicionamento e lacre’.

Jairinho foi à festa de aniversário horas após deixar corpo de Henry no hospital (Foto: Reprodução/TV Record)

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