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Manaus, AM, sábado, 31 de janeiro de 2026

Memórias do Amazonas

História do bairro – Nossa Senhora das Graças

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O bairro Nossa Senhora das Graças surgiu há 72 anos. Foi fundado em 27 de novembro de 1940 e era apenas um beco onde morava o senhor Alfredo Coelho Macedo. Ele ficou tão conhecido pelos outros moradores que ali se instalaram, que o beco foi chamado de Beco do Macedo.

bairro Nossa Senhora das Graças em Manaus

bairro Nossa Senhora das Graças em Manaus

O beco estava localizado próximo a um hipódromo, que mais tarde foi transformado em estádio de futebol, o Parque Amazonense. A área ainda existe, mas serve para a prática esportiva e atividades sociais da comunidade.

O Antigo Estádio Parque Amazonense

O Antigo Estádio Parque Amazonense

O Estádio Parque Amazonense

Foi muito utilizado pela população de Manaus e era localizado no Beco do Macedo, ficando numa vasta área do bairro da Vila Municipal, hoje Adrianópolis, com entrada principal pela rua Belém. Mais tarde parte dessa área foi ocupada e transformada em bairro. O terreno pertenceu a um cidadão português e depois foi doado à Maçonaria, que voltou a por em funcionamento um hipódromo e um campo de futebol, onde ocorriam os grandes clássicos do futebol Amazonense, tais como : Rio Negro e Nacional, Rodoviário e Américo, Nacional e Fast Clube e Auto Sporte e Olímpico Clube.

Antigamente

Na década de 1970, os moradores do Beco do Macedo receberam um padre que fez muito pela comunidade, o italiano César La Rocca, que ainda mora no bairro. Com a ajuda do povo e do poder público, ele construiu uma capela para a comunidade exercer a prática do catolicismo.

Com a adoção de Nossa Senhora das Graças como a padroeira do locaal, o nome do bairro foi modificado para o nome da santa. Apesar dessas mudanças terem ocorridas entre as décadas de 1970 e 1980, muita gente ainda conhece o bairro como Beco do Macedo. Dentro do bairro, está o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) e a Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), além do histórico cemitério São João Batista e do reservatório do Mocó, que no início do século passado, abasteceu a cidade com água potável.

Vista do cemitério São João Batista. In: Relatório do superintendente municipal Arthur César Moreira de Araújo, 1901.

Vista do cemitério São João Batista. In: Relatório do superintendente municipal Arthur César Moreira de Araújo, 1901.

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