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02 de março de 2021, completa 25 anos do acidente aéreo da banda Mamonas Assassinas
Autoproclamados como uma banda do gênero “sonrisal”, os Mamonas Assassinas realizavam seu último show no estádio Mané Garrincha, em Brasília, na noite do dia 2 de março de 1996.
Coincidentemente, o show era o último da turnê; os rapazes retornariam a Guarulhos, cidade onde o conjunto foi formado, e pousariam no aeroporto, em Cumbica, São Paulo. Com o fim da turnê, iniciariam os preparativos para a gravação do segundo disco, em Portugal.
No entanto, o avião Learjet PT-LSD — que já apresentava erros durante o último mês de uso, conforme documentado pela equipe do MTV na Estrada — que acompanhou a banda em alguns dias da turnê, tinha um piloto com apenas 170 horas de voo naquele modelo de aeronave. O recomendado seria 500 horas, como informou a Folha.
Perda e legado
Em estimativa do Corpo de Bombeiros na época, como informou a Folha, as cerimônias fúnebres dos membros da banda nos três dias seguintes ao acidente movimentaram mais de 100 mil fãs entre o ginásio Paschoal Thomeu, onde ocorreu o velório, até o enterro no cemitério Parque Jardim das Primaveras, ambos em Guarulhos.
Até o fim daquele ano, o grupo totalizou mais de 3 milhões de cópias vendidas do álbum de estreia, tendo a certificação tripla em diamante e considerado o terceiro disco mais vendido na história do país pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos. Após a morte, ainda tiveram três coletâneas e 2 álbuns ao vivo lançados.










