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Manaus, AM, quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Sustentabilidade

Iniciativa da CERTI Amazônia amplia o monitoramento do desmatamento e uso do solo em 9 estados brasileiros

Apoiada por investimento internacional, ferramenta com uso inteligente de dados vai integrar e democratizar informações sobre a Amazônia Legal

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Imagem aérea da Amazônia Legal / Foto : Divulgação

Com o objetivo de transformar grandes volumes de dados ambientais em conhecimento acessível, o Instituto CERTI Amazônia desenvolveu o “BI da Floresta – Data Commons for Amazonian Monitoring and Public Engagement”. A plataforma de inteligência de dados é voltada ao monitoramento do desmatamento e das mudanças no uso da terra na Amazônia Legal, região que cobre nove estados e cerca de 61% do território nacional. Criada para apoiar decisões públicas e comunitárias, a iniciativa conquistou apoio internacional de US$ 100 mil no prêmio New Commons Challenge 2025, promovido pela Microsoft e pelo The GovLab, em Nova York.

Infográfico que integra a plataforma Bi da Floresta, do Instituto CERTI Amazônia / Foto : Divulgação

Infográfico que integra a plataforma Bi da Floresta, do Instituto CERTI Amazônia / Foto : Divulgação

A plataforma vai integrar dados de fontes oficiais como o IBGE e o MapBiomas, permitindo acompanhar a evolução do desmatamento e identificar tendências de uso do solo em tempo real. A partir dessas informações, o sistema vai oferecer mapas interativos e painéis visuais, com cores para representar as diferentes formas de ocupação e desmatamento, evidenciando o ritmo das transformações no território e seus impactos ambientais, tornando o monitoramento mais transparente e participativo. “Ao integrar fontes primárias de dados sobre a ocupação dos territórios, será possível estimar as modificações ocorridas ao longo do tempo e oferecer um panorama dinâmico da Amazônia Legal, contribuindo decisivamente para zerar totalmente o desmatamento no menor prazo possível, incentivando formas de recuperar e ocupar o território já desmatado.”, destaca Marco Giagio, diretor do Instituto CERTI Amazônia.

Além de apoiar políticas públicas, o data commons amazônico que compartilha dados ambientais de forma aberta e colaborativa também busca conscientizar comunidades e sociedade civil sobre a realidade ambiental amazônica, promovendo o debate sobre formas de desenvolvimento econômico que mantenham a floresta em pé. “Por tornar mais fácil compreender a situação real do desmatamento e seus diferentes impactos climáticos, esperamos que o Bi da Floresta desperte o interesse global, tanto de instituições nacionais como internacionais, para ajudar a mobilizar esforços para acelerar ações concretas de conservação e recuperação florestal”, afirma Giagio.

O aporte internacional conquistado pela CERTI Amazônia na premiação em Nova York será utilizado para refinar a coleta e o cruzamento de dados sobre a ocupação da Amazônia brasileira, além de desenvolver novas funcionalidades que facilitem a compreensão dos indicadores ambientais pelo público em geral. O prêmio recebido é uma iniciativa global que busca acelerar projetos de dados compartilhados voltados à solução de desafios sociais complexos, como sustentabilidade, desastres naturais e saúde pública.

Imagem aérea da Amazônia Legal / Foto : Divulgação

Imagem aérea da Amazônia Legal / Foto : Divulgação

Sobre o Instituto CERTI Amazônia

Com sede em Manaus (AM), o Instituto CERTI Amazônia atua desde 2003 na promoção do desenvolvimento sustentável da região amazônica por meio da inovação tecnológica. Vinculado à Fundação CERTI, o instituto é reconhecido nacionalmente por sua expertise em empreendedorismo inovador, tecnologias industriais, sustentabilidade, transformação digital, indústria 4.0 e bioeconomia. Destaca-se por iniciativas como a Jornada Amazônia e a Plataforma Digital da Floresta, que fomentam o empreendedorismo sustentável e valorizam a floresta em pé.

Ao centro Marco Giagio, diretor do Instituto CERTI Amazônia, recebendo o prêmio em Nova York / Foto : Divulgação

Ao centro Marco Giagio, diretor do Instituto CERTI Amazônia, recebendo o prêmio em Nova York / Foto : Divulgação

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Sou o idealizador do No Amazonas é Assim e um apaixonado pela nossa terra. Gravo vídeos sobre cultura, comunicação digital, turismo e empreendedorismo além de políticas públicas.

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