Manaus
Cesta básica em Manaus fica 4,52% mais cara em julho, aponta pesquisa do Procon
O preço médio da cesta básica em Manaus registrou alta de 4,52% em julho, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (3) pelo Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus). A pesquisa mostra que o custo médio passou de R$ 281,46 em junho para R$ 293,98 neste mês.

Texto – Lara Bernardes/ Procon
O levantamento foi realizado em dez supermercados distribuídos pelas diferentes zonas da capital e analisou 20 produtos, totalizando 39 itens que compõem a cesta básica, conforme os critérios estabelecidos pelo Decreto Federal nº 11.936/2024.
Diferença entre supermercados passa de R$ 69
Entre os estabelecimentos pesquisados, o menor valor da cesta básica foi encontrado no Atacadão da avenida Max Teixeira, no bairro Cidade Nova, onde o conjunto de produtos custou R$ 261,64.
Já o maior preço foi registrado no Carrefour da avenida Djalma Batista, no bairro Flores, com a cesta básica chegando a R$ 331,18.
A diferença entre o menor e o maior valor foi de R$ 69,54.
Tomate teve maior queda de preço
Entre os produtos pesquisados, o tomate apresentou a maior redução em relação ao mês anterior, com queda de 39,58%.
Nos supermercados visitados pelo Procon Manaus, o quilo do produto foi encontrado entre R$ 8,99 e R$ 15,99.
Batata e feijão lideram aumentos
Em contrapartida, a batata portuguesa e o feijão carioca registraram as maiores altas do período.
Segundo o levantamento, a batata portuguesa ficou 32,36% mais cara, com preços variando entre R$ 6,15 e R$ 9,99 o quilo.
Já o feijão carioca apresentou aumento de 26,12%, sendo comercializado entre R$ 7,29 e R$ 10,49 o quilo.
Procon orienta consumidores a pesquisar preços
A presidente do Procon Manaus, Onilda Abreu, destacou que a pesquisa mensal permite acompanhar a variação dos preços e auxilia os consumidores na hora das compras.
Segundo ela, o levantamento oferece informações que ajudam as famílias a comparar valores entre os estabelecimentos e a planejar melhor o orçamento doméstico.
O Procon reforça que os preços correspondem ao dia da pesquisa e podem sofrer alterações em razão de promoções, descontos ou da disponibilidade dos produtos.









