Viúva do miliciano diz quem mandou matar a vereadora Marielle Franco - No Amazonas é Assim
Se Conecte Conosco
Manaus, AM, quarta-feira, 29 de julho de 2026

Polícia

Viúva do miliciano diz quem mandou matar a vereadora Marielle Franco

Publicado há

em

Viúva do miliciano diz quem mandou matar a vereadora Marielle Franco

Recentemente, Julia Mello Lotufo, a primeira dama do crime e viúva do miliciano Capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, contratou o advogado goiano Demóstenes Torres, apontado pelos pares como um dos mais qualificados do país. No depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro, ela contou que a ordem para matar a vereadora Marielle Franco partiu do alto-comando da Gardênia Azul. “Um dos chefes da milícia de Gardênia Azul é o ex-vereador Cristiano Girão”, aponta a “Veja”. Mas a revista não crava que ele tenha sido o chefão que deu autorização para matar a política. Mas a viúva teria dado o nome do mandante tanto a amigos quanto ao MP.

Adriano da Nóbrega e Julio Mello Lotufo | Fotos: Reprodução

É provável que Julia Mello Lotufo esteja dizendo a verdade, mas meras palavras, se não amparadas em provas, não servem para a Justiça julgar e condenar um indivíduo. Servem, isto sim, para a polícia ampliar as investigações, ouvir novas pessoas e apurar diferentes versões em busca de um consenso. Por enquanto, o MP considera que, embora graves, as declarações da viúva ainda não suficientes para levar à prisão do suposto mandante (o que parece configurado é a participação da cúpula dos milicianos do Rio de Janeiro).

Julia Mello

A delação premiada só será acertada quando houver documentos que permitam uma investigação mais rigorosa que possa levar o mandante do crime à cadeia. Fica-se com a impressão de que a polícia e o Ministério Público do Rio já sabem quem mandou matar e suas motivações. O que faltam são provas robustas, documentadas, sobre ação do principal articulador dos assassinatos. Polícia e MP sabem que Julia Mello Lotufo não está mentindo, mas precisam de provas cabais.

Letícia Emile e Simone Sibílio: promotoras que deixaram o caso Marielle | foto: Reprodução

O assassino de vereadora Marielle e do motorista Anderson, Ronnie Lessa, e seu parceiro no crime, Élcio de Queiroz, já estão presos. Recentemente, duas promotoras, Simone Sibílio e Letícia Emile, deixaram a investigação do caso.

A delação de Julia Mello Lotufo não menciona a questão da rachadinha. Ela disse aos promotores que Adriano era próximo de Fabrício Queiroz, mas “não tinha intimidade com a família Bolsonaro”, registra “Veja”.

A viúva garante que Adriano foi morto como “queima de arquivo”. Ele sabia muito, inclusive sobre um esquema de proteção dado por autoridades.

Advertisement
Vote Na Gente no iBest - No Amazonas é Assim

Vote Na Gente no iBest - No Amazonas é Assim

Julia Mello Lotufo admite que Adriano, do Escritório do Crime, grupo de matadores de aluguel, foi consultado sobre o assassinato de Marielle. Teria se posicionado contra, com receio de sua morte atrapalhar seus negócios ilegais, como de fato atrapalhou.

Julia Mello Lotufo: viúva do miliciano Adriano da Nóbrega, assassinado na Bahia | foto: Reprodução

Sou o idealizador do No Amazonas é Assim e um apaixonado pela nossa terra. Gravo vídeos sobre cultura, comunicação digital, turismo e empreendedorismo além de políticas públicas.

Vote Na Gente no iBest – No Amazonas é Assim

ibest no amazonas e assim

ibest no amazonas e assim

Lendas Amazônicas, Urbanas e Folclóricas!

Lendas Amazônicas, Lendas Urbanas e Lendas Folclóricas

Lendas Amazônicas, Lendas Urbanas e Lendas Folclóricas

Prefeitura de Manaus

Últimas notícias da Prefeitura de Manaus

Governo do Amazonas

Últimas notícias do Governo do AM

Assembleia Legislativa do AM

Últimas Notícias do TCE-AM

Tribunal de Contas do Amazonas

Últimas Notícias do TCE-AM

Últimas Atualizações